No dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, data marcada pela morte de Zumbi dos Palmares, considerado símbolo da resistência contra a escravidão. Hoje, mais de 300 anos após o seu falecimento, a data ressalta a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade e a constante luta contra a discriminação racial e desigualdades sociais. 

Praticando!


- Por que foi criado o Dia da Consciência Negra?
- Quem foi Zumbi dos Palmares?
- Reúna-se com seus familiares e discutam a seguinte questão: existe preconceito contra o afrodescendente em nossa sociedade? Em caso positivo, como ocorre? Como podemos contribuir para a convivência pacífica entre as pessoas?

Cultura


Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma enormidade de aspectos: dança, música, religião, culinária e idioma. Essa influência se faz notar em grande parte do país; em certos estados como Bahia, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul a cultura afro-brasileira é particularmente destacada em virtude da migração dos escravos.

Culinária 


Muitos dos alimentos do nosso dia a dia são de origem africana: o azeite de dendê, a pimenta malagueta, o feijoada ( era preparada pelos escravos com sobras de carne cozidas com feijão) e o quiabo. Além disso, africanos nos ensinaram a fazer vatapá, caruru, mungunzá, acarajé, angu, cocada e pamonha. Os africanos, também, nos ensinaram a fazer pratos com camarão seco e a usar panelas de barro e a colher de pau.

Pesquisando


Quais os alimentos que são consumidos em sua casa que fazem parte da cultura africana? Prepare uma receita africana junto à família. 

Brincadeiras de origens africanas 


As brincadeiras fazem parte de muitas culturas e podemos observar que muitas brincadeiras de origem africana compõem nossa cultura.

Vamos brincar?

Escravos de Jó 
É uma brincadeira de roda guiada por uma cantiga bem conhecida, cuja letra pode mudar de região para região. Para brincar, é preciso no mínimo duas pessoas. Todos têm suas pedrinhas e no começo elas são transferidas entre os participantes, seguindo a sequência da roda. Depois, quando os versos dizem “Tira, põe, deixa ficar!”, todas seguem a orientação da música. No verso “Guerreiros com guerreiros”, a transferência das pedrinhas é retomada, até chegar ao trecho “zigue, zigue, zá!”, quando os participantes movimentam as pedras que estão em mãos para um lado e para o outro, sem entregá-las a ninguém. O jogador que erra os movimentos é eliminado da brincadeira, até que surja um único vencedor. 

Escravos de jó 
Jogavam cachangá 
ira, põe, 
Deixa ficarGuerreiros com guerreiros 
Fazem zig-zig-za 
Guerreiros com guerreiros 
Fazem zig-zig-za 

 

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